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SFP+ FC de 32G de terceiros num Brocade G610: Mod_Inv é o fim da conversa

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Estamos adicionando um G610 a uma fabric já existente e sobrou uma caixa de SFP+ FC de 16G/32G não-Brocade de outro projeto. Antes de planejar qualquer porta em torno deles, coloquei um numa porta livre na bancada para ver o que o switch faz com ele.

  • Brocade G610, Gen 6
  • SFP+ FC de 32G de terceiros, sem nenhuma marcação Brocade no módulo
  • ópticas de 16G com marca Brocade retiradas de um switch mais antigo, para comparação
  • mesmo patch cord nos dois testes
switchshow
...
 8   8   010800   id    N32   Mod_Inv

Também tem uma entrada no log de erros do sistema sobre um transceiver não qualificado toda vez que o módulo é inserido.

O que eu tentei:

  • movi o módulo para outra porta e reencaixei corretamente pela aba de puxar
  • troquei o cabo e confirmei que a porta linka bem com uma óptica com marca
  • vasculhei a documentação do Fabric OS atrás de qualquer coisa que deixe passar um módulo não qualificado

Existe uma forma suportada de rodar ópticas não qualificadas num G610, ou Mod_Inv é simplesmente o fim da conversa nessa plataforma? Prefiro saber agora do que depois que as ópticas já estiverem num pedido de compra.

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Mod_Inv é comportamento documentado, não é uma falha na sua bancada. O guia de instalação de hardware do G610 não deixa margem para interpretação: um módulo precisa estar qualificado para produtos Brocade antes de o switch rodar ele, e tudo o mais fica estacionado em Mod_Inv com uma linha escrita no log de erros do sistema. Nenhum override é documentado - nenhum ajuste, nenhum modo de ópticas não suportadas, nada para habilitar.

A lista que você quer antes de colocar qualquer coisa num pedido de compra é a Brocade Transceiver Support Matrix, organizada por plataforma, com os part numbers tanto de fabricação quanto de pedido. Se uma peça não está listada para o G610, planeje em torno disso em vez de torcer.

Já que você está mexendo com ópticas soltas de qualquer forma: puxe pela aba, elas esquentam; empurre até a trava encaixar; e preste atenção na orientação - na fileira de cima das portas a borda de contato dourada fica virada para baixo, na fileira de baixo fica virada para cima. Também não force um cabo feito para outro tipo de transceiver dentro do cage, ele vai entrar o suficiente para parecer encaixado e depois se comportar exatamente como um módulo ruim.

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Entendido sobre as sem marca, essas voltam para a caixa.

O que eu não esperava: uma das ópticas de 16G com etiqueta Brocade que tirei do switch antigo também cai em Mod_Inv no G610, enquanto a outra, de aparência idêntica, ao lado dela sobe e linka normalmente. O sfpshow me dá um nome de vendor Brocade e um part number nas duas, e as duas funcionam no chassi de onde saíram.

Então a etiqueta no módulo claramente não conta a história toda. O que mais o Fabric OS pesa antes de decidir que uma óptica está qualificada?

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A etiqueta não é o critério - a combinação de part number, prefixo de serial e versão do Fabric OS é que é. A support matrix é por plataforma e carrega uma cauda longa de notas de rodapé, e é exatamente aí que mora esse tipo de surpresa.

Alguns exemplos, para você ver o formato da regra. As secure optics são o caso mais gritante: numa blade SX6 ou num 7810 elas não sobem abaixo da 8.2.1e ou 8.2.2c, enquanto em todo o resto os mesmos módulos vêm sem nenhuma condição de versão. O QSFP FC 4x32G de 2 km pede 8.1.0b quando está numa porta ICL de um X6. Depois isso desce até o número de série - um prefixo JDB te empurra para 9.1.1a ou 9.2.0, outras peças para 9.2.0c2 ou 9.2.1b, um prefixo BAB1 para 9.2.0 - e várias peças de 64G têm cada uma o seu piso: 9.0.1a, 9.1.0, 9.1.1, em um caso 10.0.1. Algumas entradas ficam limitadas a 32G/16G, e a FC32-64 tem suas próprias exclusões.

Versão prática para os seus dois módulos: pegue o part number e o prefixo de serial no sfpshow, a versão no firmwareshow, depois leia a linha da matrix para a sua plataforma antes de declarar qualquer coisa com defeito. Mais uma armadilha na mesma tabela: a XBR-000479 exige ópticas idênticas nas duas pontas.

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Para contraste, os descendentes do lado Ethernet dessas mesmas famílias Brocade respondem a questão num registro completamente diferente. SLX, VDX e MLX estão sob a Extreme agora, e o portal de ópticas deles mantém uma lista aprovada por família - módulos, adaptadores, cabos patch e breakout igualmente. A nota de política é direta: hardware de terceiros que não está nessa lista não tem garantia nem declaração de conformidade; rodar uma óptica fora dessa lista, ou o módulo de interface ao lado dela, e o risco é só seu - sem responsabilidade, sem obrigação de serviço da Extreme. As peças listadas carregam documentação de certificação: CE e CDRH, EN60825-1, GR-468, FCC CFR 21 1040.10, NRTL. O que o portal não diz é o que uma dada plataforma realmente faz com um módulo fora da lista - então ali "unsupported" é uma declaração comercial, enquanto no seu G610 é imposto no firmware.

Nos switches FC mais antigos - 300, 6505, 6510, 6520 - o FAQ afirma que SFPs com marca Brocade são obrigatórios e explica isso com as tolerâncias mais estreitas de comprimento de onda e parâmetros em 16G, onde um módulo fora do spec pode dar fault numa porta e derrubar aplicações junto com ela. Essa é a justificativa do próprio fabricante, escrita como está, não algo medido.

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